Semana 3

ADT 4: Investigação diagnóstica na crise epiléptica

  • Definir a neurofisiologia da descarga epiléptica (mecanismo básico) → talvez se der incluir Excitotoxidade do Status epileptico? (iriar casar bem com EEG)
  • Defina as indicações precisas do eletroencefalograma e reforce as situações de não-indicação (como cefaleias isoladas).
  • Treine o reconhecimento de lesões epileptogênicas (esclerose mesial temporal e lesões expansivas/infecciosas nos lobos frontal e temporal).
  • Exija a justificativa de escolha entre TC de crânio (agilidade/acesso) e RM (padrão-ouro anatômico) em cenários de crise.
  • Defina a justificativa anatômica e fisiológica dos exames laboratoriais essenciais para descartar causas sistêmicas e metabólicas de crises.

 

A critério podem contrastar o padrão visual básico do eletroencefalograma normal e descargas paroxísticas de inicio focal e generalizadas → Julgo importante para entenderem A IMPORTANCIA de sempre perguntarmos se é focal ou generalizada, mas não é possivel cobrar na prova apra analisarem EEG

Limites estritos do ADT (Deixar exclusivamente para o EEG):

  • Não precisa aprofundara classificação clínica das crises nem os critérios diagnósticos de epilepsia e das síndromes epilépticas 
  • Não precisa abordar posologia, mecanismos de ação de fármacos anticrise (FAC) ou fluxogramas de atendimento do Status Epilepticus.